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Pastor tesudo
Aumento Peniano
Sou transmontano e foi por lá que comecei a  vida quando fui para pastor com 20 e tal anos, com a experiência de quem via todos os dias os rebanhos a passar. E foi aí que comecei a ver muita gente que a meter-se comigo.
Um dia, vi uma ovelha com o cio a ser fodida por um borrego e comecei a ficar tão entesoado que desatei a acaricar-me por cima das calças. Ás tantas, senti alguém disfardaçamente a aproximar-se e a dizer:

-Então Jorge, hoje trazes um cajado sobressalente nas calças?
Aí eu disse:
-Pois trago, Luis, e é para te saltar para a espinha com ele!
Ele respondeu:
-Não és homem, não é nada!
E quando o rapaz chegou ao pé de mim, agarralhei-lhe pelos colarinhos e disse:
-Pois já não sais daqui sem o teres enterrrado nos entrefolhos!
O rapaz, que todos os dias me andava a rondar, bem disse que estava a gozar e eu respondi que eu também queria gozar. Não o larguei enquanto lhe apalpava aquele rabinho ainda virgem e, aos poucos, ele deixou de reclamar, já de pau feito e a gemer...

E foi só dizer aos cães para tomarem conta dos animais...
Levei-o para um sítio escondido e como jeito e muito cuspo, meti-lhe a cabeçorra do meu pau naquele cu apertadinho, enquanto ele gemia a dizer que lhe doia.
Mas aos poucos fui-lhe alargando o cuzinho com movimentos que levavam o meu caralho a avançar até lhe tocar na próstata ... e aí foi ouvi-lo a gemer de prazer, enquanto batia uma punheta e se vinha antes de mim!
A seguir esporrei-me todo e o leitinho começou a escorrer aos poucos pelas pernas dele.

Apanhei algum com os dedos e meti-os na boca dele, que o lambeu todo.
Antes de se ir embora, perguntei-lhe se gostou, e ele disse que me dava a resposta em breve...
No outro dia ele passou a dizer que ainda estava muito dorido, mas que queria exprimentar outra vez.
E assim foi: na semana seguinte dei-lhe outra valente enrabadela e, às tantas, tornou-se um "cliente certo".

Uma tarde, vi um indivíduo mais velho a aproximar-se, a dizer:
-Boa tarde. Ouvi dizer que você tem um cajado sobresselente. É verdade?
-Sim, é verdade. Quem lhe disse?
-Foi o Luis. Nós somos muito amigos!
-Ah, já percebi. Mas se quiser ver o meu cajado, venha ter depois das 7 à porta do curral.
-Está bem, lá estarei!

Quando estava de regresso ao curral, vi um Mercedes estacionado na estrada. Ao lado, estava o amigo do Luís.
Começou a dizer-me que o Luis tinha dado boas referências e que estava interessado em confirmar tudo!
Quando entrámos no curral e fechei a cancela dos animais, disse que ia tomar um duche, porque cheirava muito a ovelhas.

Ele disse para não o fazer, olhou-me para a calças e começou a abrir-me a braguilha. Excitado com o tamanho do meu caralho, abocanhou-o logo, começando a mamá-lo com sofreguidão. Com o tamanho dele sempre a aumentar, já não podia tê-lo todo na boca.
Disse-lhe para desapertar o cinto e enquanto lhe baixava as calças ele pegou num perservativo e começou
a estendê-lo no meu pau, mas só conseguia cobrir-lhe metade!
Meti-lhe cuspo no cu e enfiei-lhe o caralho de uma só vez. Ele até estremeceu!

Deu uivos de prazer enquanto eu lhe fodia o cu todo com requintes de malvadez e ele garantiu que nunca tinha gozado tanto na vida dele. Quando tirei o perservativo, dei-lhe um nó e ele disse para o não deitar fora, porque queria ficar com uma recordação minha. E que ia guardá-lo no frigorífico para fazer um dia um café com natas com aquele leitinho!
Fui tomar então o duche. Ele lavou-me todo. Não só as costas, como os mamilos, a barriga, o caralho e os colhões... E no fim fez-me ainda uma grande mamada e, desta vez, bebeu o leitinho todo que ainda restava nos meus tomates.

Foi-se embora de seguida, com a promessa de voltar em breve. Despedi-me e quando fui buscar as cuecas usadas para as pôr na roupa suja, tinham lá dentro uma nota de 10 contos!
E ele cumpriu a promessa... vinha todas as semanas e, depois de eu lhe dar tudo o que ele queria, deixava-me a nota de 10 contos nas cuecas sujas ... sem que algum de nós alguma vez tenha falado neste "pormenor".
Um dia, até trouxe o Luís e deixou 20 contos...
Fomos criando amizade, até ele começar a falar muito de si próprio. E acabou por me perguntar se eu não queira ter uma vida melhor, porque ele precisava de alguém para tomar conta de uma quinta dele, em Torres Vedras.

Pensei um pouco e aceitei as condições dele, mas também impuz uma: não haver compromissos de parte a parte, podendo quando um ter quem quiser.
Mas, mesmo assim, a nossa relação é cada vez mais forte.
Todos os sábados vamo-nos encher de marisco numa conhecida marisqueira junto à praia, depois vamos para a farra e, à noite, há cada bacanal!
Ah, é verdade! O Luis também veio para Lisboa e, sempre que pode, vai visitar-nos!
 
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