|
Estava voltando para casa mais cedo. Era uma sexta-feira. Iria ficar
até bem mais tarde no trabalho por causa de uma reunião, mas por causa
do seu cancelamento retornei logo depois do almoço. Vinha no carro
arquitetando planos de tirar uma soneca de tarde para ter um gás para
dar uma esticada a noite. Imaginava que não havia ninguém em casa.
Minha mulher chega do trabalho lá para as 19h. O Gustavo, meu filho,
chega do cursinho lá para as 18h. Tudo estava propício para eu relaxar
sossegado. Estacionei o carro na garagem do prédio, peguei o elevador,
entrei no apartamento e logo percebi barulho no quarto de Gustavo.
Estranhei. Já ia verificar porque ele não havia ido ao cursinho. Quando
cheguei perto da porta do seu quarto ouvi gemidos. Alguém estava
trepando. Não é possível que o Gustavo estava trazendo alguma
vadiazinha para comer aqui em casa. Como a porta estava entreaberta,
fui na ponta dos pés para dar aquele flagra, deixá-lo bastante sem
graça, para depois dar aquele sermão. Mas quando cheguei na porta e
olhei para a cama, qual não é a minha surpresa quando vi Gustavo de
quatro na beirada sendo enrabado pelo filho do meu visinho. Fiquei
chocado. Meu filho de apenas 17 anos, um garoto bonito, cheio de
gatinhas a sua volta, com aquele corpo todo malhadinho, que adora
surfar e bater futebol nas areias de Ipanema, ali com a bundinha
empinada tomando vara no rabo. Caio, o filho do nosso visinho, estava
segurando ele pela cintura e mandando ver no meu garoto. Eu não sabia o
que fazer. Fiquei ali parado, encostado na parede, imóvel. Enquanto
isso, Gustavo pedia: “Vai Caio, mete tudo, isso, mais, Caio,
me fode cara, arregaça meu rabo, fode, porra, isso, me como todo, uhhh,
que pauzão gostoso Caio, me fode todo, vai...” E Caio não se
fazia de rogado metia no meu menino de um jeito que parecia que eles já
se entendiam muito bem na cama. Caio é uns dois anos mais velho que
Gustavo. É um pouco mais alto que Gustavo, bem mais forte, malhado
também e com uns ombros largos por causa do exercício de natação que
pratica desde garoto. Os dois vivem grudados, saiam sempre juntos e sei
que andam comendo quase todas as menininhas do condomínio. Isso me
deixou completamente confuso. Estava muito puto. Tive vontade de entrar
no quarto e encher os dois de porrada. Mas por outro lado eu tinha
vontade de ver até onde aquilo ia dar. Enquanto estava naquele dilema,
Gustavo continuava a gemer com as estocas de Caio: “Isso,
garoto, mete mais, mete bem fundo que eu estou quase gozando, mete
gostoso, mete que vou gozar, isso, vai, mete mais, me fode porra, tô
gozando, mete porra, estou gozando, caralho, me fode todo,
porra...”. Eu não tinha coragem de olhar mais. Só ouvia meu
filho gemer enquanto gozava e Caio falando ao mesmo tempo:
“Isso, Gustavo, rebola mais nessa vara, isso garoto, goza que
eu também estou gozando, ai que cuzão gostoso, Gustavo, mexe cara, goza
que eu tô gozando também, isso viadinho gostoso, aahhhhhh! Isso seu
putinho, viadinho arrombado...” Daí os gemidos foram se
cessando e entendi que ambos aviam gozado. Caio havia gozado no cuzinho
do meu filho. Tomara que esteja usando camisinha, pensei! Que absurdo!
O mundo caindo sobre minha cabeça e eu ai pensando em camisinha! Mas
meus pensamentos foram logo interrompidos quando Gustavo vira para Caio
e pede: “Ai, porra, tira, tira, devagar porra, tira, ai, puta
que pariu, cara, você me arrombou!” Então Caio respondeu:
“É, seu viadinho, isso é para descontar o que você fez comigo
ontem. Fiquei com meu rabo todo ardido”. Então os dois faziam
troca-troca! Arrisquei dar uma espiada para dentro do quarto pela freta
da porta e vi os dois deitados na cama abraçados e conversando como
dois namoradinhos. Para minha surpresa, eu estava excitado. Meu pau
estava quase rasgando a cueca de tão duro. Eu me peguei em meio a uma
confusão de pensamentos. Queria encher meu filho de porrada, mas também
queria continuar vendo mais daquela sacanagem toda. Não sabia o que
fazer. Sem que me vissem, voltei para a porta de saída e fingi estar
chegando e fiz bastante barulho para ser notado por ambos. Só ouvi a
porta do quarto de Gustavo ser trancada. Então sentei no sofá da sala e
fiquei aguardando os dois saírem do quarto. Estava morrendo de
curiosidade para ver a cada daqueles dois depois do que havia
acontecido.
Tags: Variedades Contos Eróticos Flagrei meu filho dando o cuzinho |